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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Teatro Deodoro: patrimônio histórico de Alagoas

Hoje, vamos falar um pouco sobre a história do Teatro Deodoro.

Desde 1898, no governo de Manoel José Duarte, no antigo Largo da Cotinguiba, também chamado "Das Princesas", hoje Praça Deodoro, tenta-se perpetuar os espetáculos culturais em local apropiado.
Em 11 de junho de 1905, foi colocada a pedra fundamental, onde hoje se encontra o atual Teatro, no então Governo Joaquim Paulo Vieira Malta.
          




Através das plantas do arquiteto Luiz Lucariny, autor também do projeto "Teatro 07 de Setembro" em Penedo, e o trabalho árduo do mestre-de-obras Antônio Barreiros Filho e Oreste Scercoeli, num período de cinco anos a obra foi declarada oficialmente concluída e a inauguração do "Theatro" foi feita pelo Governador, outras autoridades e o povo alagoano, em 15 de novembro de 1910, marcando os 21 anos da proclamação da República, passando desde então do cenário cultural brasileiro. O Teatro foi palco de espetáculos produzidos por companhias regionais e nacionais.

No salão Nobre do Teatro Deodoro já funcionaram a Biblioteca Pública, a Câmara dos Vereadores de Maceió e a Justiça Federal. Ali também aconteciam bailes oficiais da Intendência Municipal (hoje, Prefeitura de Maceió), os banquetes e recepções do Governo do Estado, dentre os quais foram oferecidos aos Presidentes da República Nilo Peçanha e Washigton Luiz.

A dramaturgia clássica e mundial esteve presente aqui como "Medéia", de Eurípedes; "Antígona", de Sófocles; "L'Ecole des Femme", de Molière; "O Inspetor Geral", de Gogol; "O Idiota", de Dostoiewski; "Uma Rua Chamada Pecado", de Tenessee Williams; "Mortos Sem Sepultura", de Jean Poul Sartre; "O Sorriso de Gioconda", de Audus Huxley; e muito mais.





Em 1946, após as reformas que o Deodoro sofreu, Maceió recebeu a visita do Teatro de Amadores de Pernambuco, que encenou "Primerose"de Cavaillet, além de outros originais. Era Interventor Federal no Estado o Dr. Guedes de Miranda. Por carência de hotéis na época, o TAP foi hospedado em casas de famílias, dentre as quais: - Comendador Luiz Calheiros, Dr. Mariano Teixeira, Dr. José Lajes, Sr. Luiz Calheiros Júnior e Comendador Antônio Magalhães.

           O Teatro Deodoro teve a honra de receber em 1950 o consagrado ator, o maior nome do Teatro Nacional, Procopio Ferreira. No ano seguinte 1951 representou no palco do Deodoro, o Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra.

Durante os meses de janeiro e fevereiro de 1964 foi a vez de Paschoal Carlos Magno com a caravana da cultura se apresentar no festival de Maceió.
           Entre os consagrados atores brasileiros que pisaram o palco do Teatro Deodoro figura o nome de Paulo Autran que aqui esteve em 11 de janeiro de 1967, onde foi homenageado pelos universitários alagoanos.

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Em 1999 assume a presidência do Teatro Paulo (Poeta) Pedrosa, colocando definitivamente o Teatro Deodoro de volta ao cenário nacional.

           Em março, a Funted promoveu a I Semana do Teatro. Quatro espetáculo locais, dois nacionais - Clarice, Coração Selvagem e Vau da Sarapalha) e a participação do artista francês Jacques Poustis fizeram parte do evento, prestigiado por quase 6 mil pessoas.


Há 13 anos existe o projeto "Teatro é o maior barato" que tem por objetivo popularizar o teatro, formar plateia e divulgar a produção cultural em Alagoas nas áreas de música, dança e teatro, por isso a maior parte do arrecadado na bilheteria é destinada ao grupo/artista.

Fontes: ASCOM  e DITEAL




terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Exposição de arte no Ritz


É com muito prazer que apresentamos a mais nova exposição do artista alagoano Ricardo Morais, entre os dias 18 e 31 de janeiro no foyer do salão Graciliano Ramos do hotel.

O Ateliê de Arte Ricardo Morais vem expor no melhor hotel de Maceió o trabalho de formação puramente intuitiva e de um estilo próprio com base no princípio do prazer: o do artista e o de quem observa suas obras.

Nas sua arte há a mistura e harmonia nas peças, materiais e formas, com efeitos equilibrados e visualmente estimulantes. Daí surge a vontade de tocar e sentir o material trabalhado. Valoriza-se sempre elementos naturais em trabalhos que revelam novas formas de observação, ligadas à liberdade, à identidade e à cultura alagoana, resgatando assim a essência da arte.

Como a prioridade é preservar o meio ambiente e usar com responsabilidade os recursos naturais, o ateliê também se preocupa em preservar utilizando materiais residuais da madeira e outros de fácil renovação. Ricardo Morais

Até 31 de janeiro de 2011
Foyer do Salão Graciliano Ramos (térreo)
Hotel Ritz Lagoa da Anta
Horário: 10h às 22h